Perito Oficial Marciley Alves Bastos, que atua no Laboratório de Genética Forense do TO, participa no DF, do curso ‘Perícia em Genética Forense: Formação de Gerente da Qualidade’

07/05/2024 07/05/2024 18:51 156 visualizações

Da Ascom

O Perito Oficial Criminal Marciley Alves Bastos, que atua no Laboratório de Genética Forense da Polícia Científica do Tocantins, participa em Brasília, entre os dias 06 e 10, deste mês, do curso ‘Perícia em Genética Forense: Formação de Gerente da Qualidade’, ministrado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O curso é uma capacitação continuada do MJSP, via Secretaria Nacional de Segurança Pública, que visa manter os laboratórios de Genética Forense do País aptos à permanecerem na Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos (RIBPG).

Segundo o Perito Oficial, ‘todos os laboratórios de perfis genéticos, por estarem integrados em um ambiente de rede precisam  seguir critérios de qualidade e procedimentos uniformes para que um perfil obtido em um laboratório de um estado possa ser comparado com outro perfil de outro laboratório, e com isso, ter se a certeza do resultado’, destacou o Perito. 

Marciley Alves Bastos destaca que ‘o curso é muito importante para os laboratórios de genética forense, pois não adiante ter um resultado que não se possa confiar nele. E a gestão da qualidade serve para minimizar a possibilidade de erros e falhas no processo como um todo. É um trabalho crucial, tendo em vista que você pode incluir um suspeito ou inocentá-lo, identificar um cadáver ou não, o curso é fundamental para as investigações’, finalizou o Perito.  

Rede Integrada

Uma das prioridades do Ministério da Justiça e Segurança Pública é o fortalecimento da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, constituída com o propósito de auxiliar na apuração de crimes, instrução processual e identificação de pessoas desaparecidas por meio do compartilhamento e comparação de perfis genéticos.

 A produtividade dos laboratórios da RIBPG também foi impulsionada por meio da aquisição e doação de plataformas automatizadas de processamento de amostras, associadas ao estabelecimento de metas de redução de pendências. Os laboratórios que se comprometeram com o processamento de 2 mil vestígios sexuais, ou mais, foram contemplados com modernas plataformas de grande porte. E este aumento na capacidade de processamento se reflete nos resultados obtidos, incluindo a identificação de diversos criminosos.

No ano de 2019, o MJSP, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, investiu mais de R$ 35 milhões na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos. Já em 2020, houve incremento de R$ 45 milhões quando foram investidos mais de R$ 80 milhões na criação, modernização e automação dos laboratórios que integram a Rede.

Formação

A RIBPG é formada, atualmente, por 22 laboratórios de genética forense vinculados a unidades de perícia estaduais, distrital e federal. O estado com maior contribuição absoluta de perfis genéticos no BNPG é São Paulo (18.546), seguido por Pernambuco (14.382), Minas Gerais (9.369) e Goiás (9.202).